Com participação do Sistema Faema/Senar, Ascem lidera homenagem a personalidades, governos e entidades públicas e privadas, que marcaram o avanço da sanidade animal no estado
O Maranhão celebra uma conquista histórica para a pecuária: o reconhecimento internacional como área livre de febre aftosa sem vacinação. Com um rebanho bovino superior a 10 milhões de cabeças, o estado agora figura entre as unidades da federação com maior potencial de expansão para mercados internacionais, especialmente os mais exigentes em status sanitário.
A celebração ocorreu esta semana, no Parque de Exposição Lourenço Vieira da Silva (Expoema), em São Luís, durante evento promovido pela Associação dos Criadores do Maranhão (Ascem), sob a liderança do presidente
presidente Ricardo Ataíde que também o Sindicato dos Produtores Rurais de Itapecuru-Mirim, e reuniu diversas lideranças que atuaram na erradicação da doença, como o ex-governador e atual secretário de Estado José Reinaldo Tavares — responsável pela criação e estruturação da Aged, há 20 anos —, o ex-secretário de Agricultura Cláudio Azevedo e o governador Carlos Brandão. Também tiveram participação ativa os sindicatos rurais filiados à Faema, fundamentais na mobilização dos produtores e na disseminação das práticas sanitárias junto às propriedades rurais.
Durante a solenidade, o governador Carlos Brandão ressaltou: “Este é um passo gigantesco para a nossa pecuária. Com o reconhecimento internacional, o Maranhão passa a ser competitivo em mercados que antes eram inalcançáveis. Ganhamos credibilidade e abrimos novas portas para a exportação de carne, agregando valor à produção e gerando emprego e renda para o estado. O mérito é de todos: governo, produtores, sindicatos, entidades e técnicos que se dedicaram a essa conquista. ”
O presidente da Ascem, Ricardo Ataíde, também destacou o esforço coletivo do setor produtivo: “A união do setor foi determinante. Tivemos o engajamento de entidades, dos sindicatos filiados à Faema, dos técnicos de campo e, sobretudo, dos nossos produtores, que compreenderam a importância de seguir os protocolos sanitários com rigor. É uma vitória construída a muitas mãos, com muito trabalho e responsabilidade. ”
Parceria
O Sistema Faema/Senar esteve à frente da mobilização, orientando e capacitando os produtores ao longo dos anos, em parceria estreita com seus sindicatos filiados em todas as regiões do estado e com entidades ligadas ao setor agropecuário em âmbito privado e governamental. “Essa vitória é fruto da dedicação dos produtores maranhenses e do trabalho coordenado entre governo, sindicatos rurais, entidades do agro e o setor produtivo, mostrando o que podemos conquistar quando caminhamos juntos”, destacou Raimundo Coelho, presidente da Faema/Senar.
Com a nova certificação, o Maranhão se junta ao seleto grupo de estados brasileiros já reconhecidos internacionalmente — como Santa Catarina, Paraná, Rio Grande do Sul, Acre e Rondônia — fortalecendo ainda mais a posição do Brasil como referência global em sanidade animal e segurança alimentar.
Com participação do Sistema Faema/Senar, Ascem lidera homenagem a personalidades, governos e entidades públicas e privadas, que marcaram o avanço da sanidade animal no estado
O Maranhão celebra uma conquista histórica para a pecuária: o reconhecimento internacional como área livre de febre aftosa sem vacinação. Com um rebanho bovino superior a 10 milhões de cabeças, o estado agora figura entre as unidades da federação com maior potencial de expansão para mercados internacionais, especialmente os mais exigentes em status sanitário.
A celebração ocorreu esta semana, no Parque de Exposição Lourenço Vieira da Silva (Expoema), em São Luís, durante evento promovido pela Associação dos Criadores do Maranhão (Ascem), sob a liderança do presidente Ricardo Ataíde que também o Sindicato dos Produtores Rurais de Itapecuru-Mirim, e reuniu diversas lideranças que atuaram na erradicação da doença, como o ex-governador e atual secretário de Estado José Reinaldo Tavares — responsável pela criação e estruturação da Aged, há 20 anos —, o ex-secretário de Agricultura Cláudio Azevedo e o governador Carlos Brandão. Também tiveram participação ativa os sindicatos rurais filiados à Faema, fundamentais na mobilização dos produtores e na disseminação das práticas sanitárias junto às propriedades rurais.
Durante a solenidade, o governador Carlos Brandão ressaltou: “Este é um passo gigantesco para a nossa pecuária. Com o reconhecimento internacional, o Maranhão passa a ser competitivo em mercados que antes eram inalcançáveis. Ganhamos credibilidade e abrimos novas portas para a exportação de carne, agregando valor à produção e gerando emprego e renda para o estado. O mérito é de todos: governo, produtores, sindicatos, entidades e técnicos que se dedicaram a essa conquista. ”
O presidente da Ascem, Ricardo Ataíde, também destacou o esforço coletivo do setor produtivo: “A união do setor foi determinante. Tivemos o engajamento de entidades, dos sindicatos filiados à Faema, dos técnicos de campo e, sobretudo, dos nossos produtores, que compreenderam a importância de seguir os protocolos sanitários com rigor. É uma vitória construída a muitas mãos, com muito trabalho e responsabilidade. ”
Parceria
O Sistema Faema/Senar esteve à frente da mobilização, orientando e capacitando os produtores ao longo dos anos, em parceria estreita com seus sindicatos filiados em todas as regiões do estado e com entidades ligadas ao setor agropecuário em âmbito privado e governamental. “Essa vitória é fruto da dedicação dos produtores maranhenses e do trabalho coordenado entre governo, sindicatos rurais, entidades do agro e o setor produtivo, mostrando o que podemos conquistar quando caminhamos juntos”, destacou Raimundo Coelho, presidente da Faema/Senar.
Com a nova certificação, o Maranhão se junta ao seleto grupo de estados brasileiros já reconhecidos internacionalmente — como Santa Catarina, Paraná, Rio Grande do Sul, Acre e Rondônia — fortalecendo ainda mais a posição do Brasil como referência global em sanidade animal e segurança alimentar.