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Programa ABC: uma realidade no Bioma Cerrado maranhense

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Participação maciça no auditório da Faculdade do Baixo Parnaíba, em Chapadinha.

As cidades de Presidente Dutra e Chapadinha sediaram no mês de setembro, seminários de sensibilização do projeto ABC Cerrado, cujo objetivo é  difundir as práticas de agricultura com baixa emissão de carbono e sensibilizar o produtor para aplicá-la em sua propriedade de modo a ter retorno econômico, preservando  o meio ambiente.

A ação partiu do governo federal, por meio do Ministério da Agricultura, (Mapa) e a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária, (Embrapa), em parceria com o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural, (Senar). O programa é desenvolvido no Bioma Cerrado, abrangendo oito, (8) estados incluindo  dentre eles, o Maranhão.

Equipe da produção  dos seminários: Epitácio  Rocha, Leocândida Rocha, Mateus Tavares, Aline Saldanha,  Alzira  Pereira, Liliane Coelho e Carlos Antônio Feitosa.

Nesta primeira etapa do programa de sensibilização, participaram  além de produtores rurais, técnicos que atuam em áreas produtivas, representantes de instituições federais, estaduais e municipais. Entidades representativas do agronegócio e agricultura familiar, professores, estudantes e pesquisadores.

Já na próxima, serão difundidas por meio de capacitação de técnicos e produtores,  as tecnologias preconizadas pelo Plano de Agricultura de Baixa Emissão de Carbono (Plano ABC), como por exemplo: sistema plantio direto, recuperação de pastagens degradadas, integração- lavoura – pecuária – Floresta, (ILPL), e florestas plantadas, que posteriormente serão levadas ás propriedades produtivas do bioma cerrado maranhense através de estímulo de crédito, assistência técnica e outros.

De acordo com a coordenadora do programa ABC Cerrado do Senar-MA e médica veterinária, Aline Saldanha, os seminários conseguiram atingir o objetivo desejado pela instituição,  haja vista a ampla participação de entidades representativas do setor agropecuário, onde a  divulgação das tecnologias de produção sustentável foi o principal foco.

Parceria que deu certo: O presidente da Faema, Raimundo Coelho, com o superintendente do Senar, Luiz Figueiredo, a prefeita de Chapadinha, Ducilene Belezinha, presidentes de sindicatos de produtores rurais, (Caxias e Rosário)  e o superintendente do SFA-MA, Jorge Nascimento.
Parceria que deu certo: O presidente da Faema, Raimundo Coelho, com o superintendente do Senar, Luiz Figueiredo, a prefeita de Chapadinha, Ducilene Belezinha, presidentes de sindicatos de produtores rurais, (Caxias e Rosário)  e o superintendente do SFA-MA, Jorge Nascimento.

Aline avalia as parcerias para o desenvolvimento do programa como  essenciais, uma vez que as mesmas levarão aos  produtores,  todas as informações pertinentes às  duas aplicações. Ela avalia outras ações integradas que já se encontram em desenvolvimento. A primeira delas é a capacitação da equipe que atuará na mobilização de produtores nos municípios-sedes e nos demais envolvidos no projeto. Segundo ela, até o final do ano, o Senar e parceiros realização 12 qualificações, das  sessentas previstas até o final de 2016.

“Essas tecnologias possuem atualmente uma importância fundamental. Não se pode pensar em produção sem considerar as questões ambientais. Todas as instituições envolvidas com o agronegócio precisam refletir essas questões”, enfatiza a coordenadora.

Práticas

Os seminários de sensibilização realizados nas cidades de Presidente Dutra, (12) e em Chapadinha, (26), reuniu centenas de pessoas, todas interessadas em saber mais sobre as novas práticas de agricultura com baixa emissão de carbono.

Representantes das entidades representativas do agronegócio e agricultura familiar, comitê de Bacia do Rio Munim, presidentes de sindicatos de produtores rurais e  de agricultores, secretários municipais, pesquisadores, produtores rurais, engenheiros agrônomos, professores  e estudantes, formaram o público que lotou os auditórios. Destaque aqui para os gestores do sistema Faema/Senar,  do Senar Nacional, da Ministério de Agricultura, (Mapa),  da Embrapa, Banco do Brasil,  do governo do estado, (Agerp e Aged),  Grupo Gestor e prefeituras.