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Agronegócio é celeiro de oportunidades profissionais

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O índice de desemprego medido pelo Instituto Brasileiro de Economia e Estatística (IBGE) alcançou 11,9 milhões de pessoas no Brasil em janeiro de 2020, o equivalente a 11,2% da população economicamente ativa. Apesar desses números, há um setor que vive o movimento oposto: o agronegócio. Dados do Panorama do Agro, da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), indicam que o setor absorve um a cada três trabalhadores no país.

Nesse cenário, sobram postos de trabalho e faltam profissionais qualificados para preenchê-los. Um levantamento realizado pela consultoria de recrutamento Michael Page constatou que as contratações no agronegócio cresceram 25% entre os anos de 2016 e 2017, em um movimento que deve seguir demandando pessoal qualificado. Algumas das áreas mais solicitadas são operações (50% das contratações), finanças (30%) e vendas (20%).

Mesmo que ainda sobrem vagas, esse cenário tende a mudar com a oferta cada vez mais diversificada de cursos e formações com foco em qualificar profissionais para o campo. Desde áreas técnicas ligadas ao manejo e cultivo até qualificações em gestão e administração do agronegócio, os treinamentos estão atraindo trabalhadores por conta da estabilidade e bom desempenho da agropecuária.

Além da solidez do setor, as oportunidades atraem profissionais por conta da remuneração, com salários que podem variar entre R$ 6 mil e R$ 25 mil, dependendo do nível de escolaridade e da experiência, conforme dados da consultoria Michael Page. O Curso Técnico em Agronegócio, do SENAR e-TEC, é uma das formações desenvolvidas com o intuito de formar técnicos que garantam uma boa posição no setor, ao mesmo tempo que gerem maior eficiência na produção agrícola e industrial.

Fonte: https://www.terra.com.br/